
Ministro da saúde, Alexandre Padilha. Foto: Reprodução
O Brasil deve registrar uma média de 781 mil novos casos de câncer por ano no triênio 2026-2028, conforme estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A doença mantém-se como a segunda principal causa de morte no país, atrás apenas das doenças cardiovasculares. O envelhecimento da população e as desigualdades regionais são apontados como fatores centrais para esse cenário.
Os tipos de câncer mais incidentes variam conforme o gênero. A distribuição é a seguinte:
| Gênero | Tipo de Câncer Mais Comum | Segunda e Terceira Posições |
|---|---|---|
| Homens | Próstata (lidera com folga) | Cólon e Reto |
| Mulheres | Mama (30% dos diagnósticos) | Intestino e Colo do Útero |
As regiões do país também apresentam padrões distintos: enquanto os tumores associados ao tabagismo (como pulmão) são mais frequentes no Sul e Sudeste, o câncer de colo do útero e de estômago têm alta incidência nas regiões Norte e Nordeste.
O Inca reforça que a prevenção e o diagnóstico precoce permanecem como as estratégias mais eficazes para aumentar as chances de cura. Manter hábitos saudáveis (alimentação balanceada, atividade física, sem tabaco e com consumo moderado de álcool) e realizar exames de rotina conforme a faixa etária e gênero são fundamentais.