O novo salário mínimo nacional de R$ 1.621 começa a ser pago a partir desta segunda-feira (2) para os trabalhadores ativos. O valor, que representa um reajuste de 6,79% (R$ 103 a mais) em relação a 2025, foi calculado com base na inflação de 2025 (INPC de 4,18%) somada a um crescimento real limitado a 2,5% pelo arcabouço fiscal. Para os aposentados e pensionistas do INSS, os pagamentos com o novo piso começaram no dia 26 de janeiro e seguem até sexta-feira (6), conforme o calendário por final de cartão.
📊 Impacto Amplo na Economia e nos Benefícios
O aumento impacta diretamente cerca de 61,9 milhões de brasileiros e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia. Além de definir a remuneração base dos trabalhadores, o novo mínimo serve de referência para uma série de direitos:
INSS: Benefícios no piso serão de R$ 1.621. Os acima do mínimo têm reajuste de 3,90%. O novo teto previdenciário é de R$ 8.475,55.
Seguro-Desemprego: Parcela mínima sobe para R$ 1.621 e a máxima para R$ 2.518,65.
Salário-Família: O valor por dependente passa a ser de R$ 67,54.
📝 Como Ficam as Contribuições Previdenciárias
As alíquotas para trabalhadores CLT seguem as faixas salariais, agora atualizadas:
| Faixa de Salário (a partir de 02/02/2026) | Alíquota |
|---|---|
| Até R$ 1.621,00 | 7,5% |
| De R$ 1.621,01 a R$ 2.902,84 | 9% |
| De R$ 2.902,85 a R$ 4.354,27 | 12% |
| De R$ 4.354,28 a R$ 8.475,55 | 14% |
Para contribuintes individuais (autônomos, facultativos) e MEI, o valor da contribuição mensal com base no mínimo é:
Plano Normal (20%): R$ 324,20
Plano Simplificado (11%): R$ 178,31
MEI e Baixa Renda (5%): R$ 81,05
